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A BELA LOIRA CHAMADA LENE
A uma “Mulher Especial”:
“Lene é uma mulher
De grande imaginação,
Ela é da cidade de Santa Helena
Que pertence ao Maranhão.
É o tipo de mulher perfeita,
Que ao amor consola,
Muito em breve trocará o Brasil
Para se tornar uma espanhola.
Mas ela é uma mulher especial,
Onde sua beleza parece um troféu de copa,
Nem mesmo os deuses do Olimpus
Imaginam o que vai brilhar lá na Europa.
Voa passarinho, voa,
Mostra aos espanhóis toda sua realeza,
Aqui no Brasil tem de tudo,
Mas vai exportar a tua beleza.”
Homem Especial, MSN: advogadoemacao@hotmail.com
Caixa Postal 1090, Belém, PA, CEP 66013-080.
VACILOS E MANCADAS
Mesmo sendo um leitor atento da Private, ainda me deixa indignado o fato de encontrar anúncios que, embora sejam muito bem elaborados, trazem identificações tão chulas, como, por exemplo, “Comedor de Bocetas”, “Papa-Cu”, “Taradão por Xanas”, “Rola-Solta” etc. etc. Mesmo sabendo tratar-se de um pseudônimo, como eu teria coragem de escrever, no envelope, o nome de um destinatário assim identificado? É bom lembrar que uma correspondência passa por várias mãos, até chegar ao seu destino. Mesmo sabendo da seriedade da empresa brasileira dos Correios, um destinatário desse tipo com certeza chama muita atenção e coloca em risco a seriedade do anúncio. Outros há que escrevem pra gente fornecendo, logo de cara, o código do anunciante no envelope, o que, entendo eu, deveria ser utilizado apenas entre o anunciante e a revista.
Valdeck, Caixa Postal 89, Timon, MA, CEP 65634-990.
Nas duas observações, o leitor tem toda razão. Em relação à segunda, sobre o código do anunciante, realmente, ele deve ser usado apenas entre quem anuncia e a Private.
PORNÔ ENTRE MULHERES
Sou tarado por filmes pornôs, sobretudo aqueles que mostram transa entre mulheres. Recordo-me de uma época de glória, onde, de vez em quando, tinha-se uma dessas relações. Uma das mulheres vestia-se de homem, às vezes até com um bigodinho falso, e, depois de as duas trocarem beijos, exigia que a amiguinha se despisse. Então, abaixava o zíper da calça, botava o pinguelão de silicone pra fora, dava uma cuspida na mão, insinuava uma punheta e, em seguida, fodia a parceira. Era surpreendente o seu desempenho, bem superior ao de muitos atores, pois sua virilidade era realmente de um homem de verdade, viril, até mesmo passando ao telespectador a idéia de que a parceira havia alcançado vários orgasmos. Mas, com o decorrer do tempo, esse tipo de relação foi desaparecendo. Hoje, o que se vê, em sua totalidade, é uma relação clássica, ou seja, duas mulheres se curtindo, com uma delas com um dildo fodendo a amiguinha, mas sem aquela “masculinidade”, apenas como uma mulher, com todo cuidado e delicadeza. Hoje, vemos até cenas onde ambas já estão com seus respectivos pinguelões na cintura, mas fazem apenas um troca-troca. Ou seja: “Primeiro você me fode, depois eu fodo você!”. Como se fossem dois homens, só que, em vez do coito anal, acontece o vaginal. Gostaria de saber se, depois de alcançar o clímax, que anuncia vários orgasmos, a mulher que foi fodida tem condições físicas para satisfazer a companheira, com tão curto espaço de tempo para recuperar as energias, já que é bem diferente de tão-somente fodê-la. Fica a pergunta: “Se é somente uma questão de sexo, para que insinuar todos esses orgasmos?”.
Tadeu, Tietê, SP.
AGRADECIMENTOS AOS CRÍTICOS
Madrugadas dessas, deitada e sem sono, resolvi entrar no “Chat Paquera” de uma operadora de celular. Conversava com várias pessoas, quando um homem chamou minha atenção, pela simpatia e palavras deliciosas. Depois de trocarmos fotos pelo celular, ele exclamou: “Que loucura, Felina. Sem querer achei você! Sou fiel leitor da Private e leio todos os seus anúncios. Já bati várias punhetas apreciando suas fotos, inclusive esta que você me mandou pelo celular!”. Fiquei muito feliz em saber que alguém me reconheceu, e agradeço à Privatepor isso. Podemos pensar que não, mas os críticos só nos deixam, os anunciantes, mais famosos, já que quem lê suas críticas, depois, ao conferir o anúncio em questão, comprova que tudo é mentira e, assim, acaba interessando-se pela gente, escrevendo-nos e virando nosso(a) fã. Obrigado, senhores críticos.
Felina no Cio, Caixa Postal 86, Assis, SP, CEP 19800-970.
A FANTASIA DOS CASADOS
Elas usam aliança, têm família convencionais e aventuras extraconjugais. O curioso é que se constata que esses encontros são permitidos. Aqui, revelo como essas mulheres tentam equilibrar-se nessa vida dupla, bem como outras também. Dias desses, perto da minha mesa, em um bar, três mulheres, entre 30 e 45 anos, tomavam cerveja e discutiam seus problemas conjugais. Reclamavam basicamente da rotina do casamento. Todas são casadas, duas têm filhos. A banalidade da conversa não causaria estranhamento não fosse pelo lugar onde estão. Falavam de fantasias, na mesa de um bar. Há mais mulheres casadas realizando suas fantasias sexuais do que os homens podem imaginar. Estima-se que pelo menos quatro, entre dez das que têm e realizam suas fantasias sexuais, sejam casadas e com filhos. Geralmente, esse público prefere os dias da semana. São mulheres de todos os tipos e profissões, com idades que variam entre 25 e 45 anos. Mas conheci, em certa época, uma senhora com 55 anos, casada e avó. Até pouco tempo atrás, não entrava na minha cabeça a idéia de como um marido poderia dividir a mulher amada com outro homem ou casais. Hoje, minha forma de pensar evoluiu e não me considero mais o que era antes, um falso moralista, um arcaico, um “quadrado”. Compreendi que não há nada mais natural e prazeroso do que dar felicidade e liberdade sexual à esposa que se ama.
P.B. da Silva, Caixa Postal 364, Recife, PE, CEP 50010-970.
POR QUE NÃO TOTALMENTE NU(A)?
Escrevo para agradecer à Private pelas muitas pessoas maravilhosas que conheci através da revista e com quem tive a oportunidade de conviver. Mas uma coisa me deixa chateado: muitos anunciantes não expõem seus corpos totalmente nus, nas fotos. Sei que é difícil encontrar um fotógrafo de confiança; eu mesmo estou à procura de um. O leitor/anunciante “L. Leste”, da caixa postal 126, de Biguaçu/SC (CEP 88160-000), está totalmente certo quando se pronuncia a respeito desse assunto, na Tribuna da Private 284.
Wilson, Caixa Postal 72, Canoas, RS, CEP 92010-970.
Além dos leitores, quem mais perde em não se mostrar totalmente são os próprios anunciantes.
VÁRIOS PSEUDÔNIMOS
Folheando as páginas da edição 284, mais precisamente na “Tribuna”, deparei-me com a carta intitulada “Assuntos para a Tribuna”, onde o editor afirma que várias cartas recebidas com nomes diferente na realidade são escritas pela mesma pessoa. Portanto, serei curto e grosso: exijo que a revista prove isso. Quero que prove que todos esses indivíduos são a mesma pessoa. E, pelo amor de Deus, não me venham com achismos; quero provas concretas.
Álvaro, Tietê, SP.
Não temos que provar nada, Sr. Álvaro, Antônio, Marcos Vinícius, Cléberson... ou seja lá quem for. E o senhor sabe muito bem do que estamos falando. Quanto ao fato de ter “assinado” sua carta (como diz categoricamente no final da mesma), não é possível saber se aquele rabisco é verdadeiro. Para constatar isso, ao contrário do que o senhor supõe, teríamos de exigir, sim, cópia da sua cédula de identidade. Ah!, quanto às suas ironias (não publicadas), temos a dizer que, se preferir, o senhor pode até reconhecer sua firma em cartório!
COM PICARETAS, A SACANAGEM É OUTRA
Aos meus amigos e a todos que colaboram para o grande sucesso da nossa querida Private, desejo Boas Festas, Feliz Natal e Próspero Ano Novo. Já escrevi sobre o que passo a alertar, mas nunca é demais repetir, porque sempre tem gente reclamando na “Tribuna” que caíram nestes golpes tão manjados. Por isso, nunca dêem o numero de suas identidades, CPF’s ou cartões de credito para ninguém. Você pode envolver-se em coisas ruins, entrar numa furada e virar “laranja”. Lembrem-se: bancos e repartições públicas não fazem recadastramento por telefone. Se te ligarem pedindo para repassar seus dados, como CPF, identificação, endereço, não entre nessa. Jamais forneça o numero do telefone da sua residência ou do seu trabalho a desconhecidos, pessoas de anúncios. A gente só deve fazer isso quando as conhece pessoalmente, bem como seu caráter, índole, honestidade. Sejam casais, homens ou mulheres sozinhos, forneça a eles apenas o número do seu celular. Assim, o risco, caso não surja afinidade durante o encontro preliminar, é o de você ser vítima, mais tarde, de brincadeiras desagradáveis, chantagem, ou um parente, um amigo de trabalho vir a atender um telefonema de um desequilibrado desses. Um dos golpes é o caso de pessoas que se utilizam de anúncios gratuitos nas revistas para comercializar fotografias e vídeos caseiros de péssima qualidade. Esses picaretas já são manjados nos anúncios, mas não desistem, querem conseguir uma grana fácil. Caramba! Quando eu desejar assistir a um vídeo, vou a alguma locadora! Cartão de crédito é igual a criança recém-nascida: deu na mão de alguém, não tire os olhos! Sempre que entregar o seu cartão, no ato da compra, fique junto do funcionário. Se ele for um golpista, num piscar de olhos enfia o seu cartão num aparelho apelidado de “chupa-cabra” e faz a clonagem. Dias depois, você receberá vários boletos de compras que não fez, e em lugares que nunca ouviu falar. Nunca faça compra em site que não tenha telefone fixo para, antes de efetuar uma compra, verificar o CNPJ para ver se a empresa está cadastrada. Enfim, com picaretas a sacanagem é outra; sigam os conselhos do Carlão. Do contrário, você poderá ser mais um a escrever para a “Tribuna” abrindo o bocão. Mas aí já será tarde!
Carlão, Caixa Postal 119336, Macaé, RJ, CEP 27910-970.
OBRIGADO, PRIVATE
Sou leitor assíduo da Private e quero agradecer de coração a todos que responderam a minha carta. A “Tribuna” não é só para reclamações, também podemos usá-la para fazer nossos agradecimentos. Parabéns, vocês não imaginam como foi útil o carinho de vocês. A palavra amiga faz muita gente feliz. Parabéns, Private, por este espaço; quero continuar a ser leitor desta revista por muitos e muitos anos ainda.
Rodrigo, Caixa Postal 79844, São João de Meriti, RJ, CEP 25586-970.
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